Foi esclarecedor, depois que comecei a valorizar o que sou, consequentemente algumas pessoas começaram a não ser o bastante para mim, de repente quem me tratava feito lixo me pareceu não ser tão importante assim.
Holocausto suburbano.
À noite o mundo lá fora virou uma bagunça pela ventania da chuva, ela agradeceu, pela confusão lá fora se distraiu da que passava dentro.
Holocausto suburbano.
Ela não ama ninguém, apenas ela mesma e não digo no sentido positivo como amor próprio, vai muito além disso, é uma espécie de só querer atenção pra si, pessoas como fantoches em suas mãos.
Por um tempo acreditei que a poesia só exista no amor ou na tristeza, quase o lance de casamento, hoje imersa no vazio já não me encaixa tanto essa ideia, porque até agora, mesmo oca, são as palavras que me salvam, todos os dias.








