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“Un homme qui dort” (1974)

Dir. Bernard Queysanne.

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Foi esclarecedor, depois que comecei a valorizar o que sou, consequentemente algumas pessoas começaram a não ser o bastante para mim, de repente quem me tratava feito lixo me pareceu não ser tão importante assim.

Holocausto suburbano.

holocausto-suburbano:

À noite o mundo lá fora virou uma bagunça pela ventania da chuva, ela agradeceu, pela confusão lá fora se distraiu da que passava dentro.

Holocausto suburbano.

holocausto-suburbano:

Ela não ama ninguém, apenas ela mesma e não digo no sentido positivo como amor próprio, vai muito além disso, é uma espécie de só querer atenção pra si, pessoas como fantoches em suas mãos.

holocausto-suburbano:

Por um tempo acreditei que a poesia só exista no amor ou na tristeza, quase o lance de casamento, hoje imersa no vazio já não me encaixa tanto essa ideia, porque até agora, mesmo oca, são as palavras que me salvam, todos os dias.